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terça-feira, 7 de maio de 2019

RIDENTI, Marcelo. Classes Sociais e Representação. 2ª edição. – São Paulo, Cortez, 2001. - (Coleções questões da nossa época; v. 31). 

CREDENCIAIS DO AUTOR: 
Marcelo Siqueira é professor da Universidade Estadual Paulista (UNESP). Doutorou-se em sociologia na Universidade de São Paulo (USP), onde se formou em Ciências Sociais e em Direito. Coordenou, de 1989 a 1993, o grupo de trabalho  “Partidos e Movimentos de Esquerda” da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Ciências Sociais. Publicou os livros Política para quê? Atuação partidária no Brasil contemporâneo (Atual,1992), e O fantasma da revolução brasileira (Ed. UNESP/FAPESP,1993), além de artigos em periódicos acadêmicos, tais como Ciências Sociais Hoje, da ANPOCS; Tempo Social, revista de Sociologia da USP; Perspectivas, revista de Ciências Sociais da UNESP, dentre outros. 
     
RESUMO: 
O presente livro de Marcelo Siqueira Ridenti, retrata didaticamente diante de suas atribuições numa corrente teórica as classes sociais e de sua representação. Observando de fato como elas se representam social politicamente, buscando entender a sua identidade. Mediante todo sofrimento desses indivíduos observa-se como está a formação e produção de valores em uma sociedade massacrada pelo sistema perverso. 

PARECER CRÍTICO DA OBRA: 

É um livro que devemos ler em diversos momentos de nossa prática educativa. Mediante o disposto apresentado é de grande relevância, sendo que aborda com prioridade que as classes sociais, nos dias atuais estão bastante atuantes e liberadas, estando de fato em constante relação e em construção. É bom ressaltar que elas não foram inseridos no meio como estrutura econômica do referido sistema, é constituída através das lutas de classes, tendo como foco as condições objetivas do trabalho capitalista. 
Estas conquistas não foram oferecidas pela estrutura, foi conquistada e ao mesmo tempo dividida  e por que não ressaltar fracionada. È que a concorrência no mercado  leva o fracionamento, proporcionado um grupo de classes mais frágil, isso pode ocorrer o enfraquecimento e chegando a prejudicar a identidade de lutas e movimentos sociais. 
É impressionante como o Sistema Capitalista consegue se metamorfosear de maneira tão sórdida e mesquinha deixando seu rastro de sangue, afastando as pessoas, destruindo laços de solidariedade e fraternidade, e que a cada dia vem tirando das pessoas o sentido de viver em sociedade. Porém os Movimentos Sociais vem perdendo força com o passar do tempo, o egoísmo, o consumismo desenfreado, a concorrência, a alienação imposta pelo mercado vem impedindo que as pessoas se unam para lutar e reivindicar o bem em comum. 
A obra é de grande importância para a vida acadêmica e profissional tendo em vista dos argumentos mencionados, o profissional da área de serviço social proporcionará metas e criar objetivos para mudar o senário social. Por todo esse processo transformativo e didático é de grande utilidade para aprimorar no dia a dia como profissional da área de Serviço Social. 



GUERRA, Yolanda. instrumentalidade do serviço social/ Yolanda Guerra.  - 2.ed. Revista - São Paulo : Cortez, 1999. 
RESUMO 
A obra da autora Yolanda Guerra, acompanhada por diversos outros autores, como Kant, Marx, Oliveira, Lukács, e outros. A obra é de grande importância para os leitores, acadêmicos e profissionais do Serviço Social, levando nos lembrar a instrumentalidade na contemporaneidade como mero instrumento para ser aplicado dentro do âmbito profissional, dividida em duas partes com títulos e subtítulos, na primeira parte relata sobre a Razão e Modernidade, já a  segunda parte é colocada a  Racionalidade do Capitalismo e Serviço Social. Na primeira parte a autora fala, a história da razão moderna na concepção de homem enquanto ser social auto criador portador de racionalidade e teleologia. Na segunda a autora deixa claro que o homem constitui-se num ser prático – social que se realiza pelo trabalho.