Seguidores

quinta-feira, 23 de maio de 2019


MARTINS, CARLOS BENEDITO, O que é Sociologia. 1 ed. - São Paulo Brasiliense, 2006,(Coleção primeiros passos).




O referido livro vem pontuar dados fundamentais de grande importância e pontuando com grande precisão. Mediante toda a problemática a ser enfrentada nos estudos que a ciência humana proporciona tratar dessas questões da vida cotidiana de forma sistemática, executando conceitos e regras metodológicas em prol do desenvolvimento e da realidade social. Em suma, por ser uma ciência que cuida do dia a dia das relações sociais, tem forte relevância a promover questões que envolvem desordens, convergência de interesses entre outras.
Cabe fazer uma analise que a Sociologia ela procura analisar o homem em comunhão.  Nesse aspecto, todas as análises sociológicas abrangem todas as questões relativas às condições materiais de vidas como também bloco de valores, e princípios culturais, sendo assim é que surgem as teias de relação humana na vida coletiva. O autor vem pontuar que a Sociologia nasceu mediante grandes manifestações do pensamento moderno, de desmembramento da comunidade feudal os meios da consolidação do processo capitalista. 
Como é sabido impulsionado por duas grandes Revoluções no século XVIII, fica evidente que a Revolução Francesa e a Industrial, lhe proporcionava um raciocínio moderno vai se consolidando. Tendo em vista que a comunidade feudal era orientada por meios de obrigações ditadas da através da Igreja Católica, sendo assim tinha como centro e explicações de todos os fenômenos, mediante o ritmo da natureza, já que os indivíduos tinham como meios de sobreviver era a agricultura.
Com o advento da revolução industrial, vem surgir grandes inovações técnicas, que evidentemente permitiram o progresso de instrumentos mais eficazes, e tornando o anterior ultrapassado. A revolução industrial ela modificou todas as relações de atividades, o modo de pensar as instituições os hábitos e costumes. Todo o trabalho artesanal passou por um processo de transformação em manufatureira, sendo que o artesão independente agora é assalariado, esses indivíduos necessitou-se lidar com novas formas de atividade e de atuação.
Esses seres humanos foram submetidos a severas horas de trabalhos, e aqueles que residiam nos campos que saíram para trabalhar nas grandes cidades, mudaram radicalmente seu modo de vida. Cabe explicar que as modificações nos vínculos de trabalhos tiveram como consequências a insuficiência, cada vez maiores entre ricos e pobres, como maus-tratos e injustiças.  Diante de tantas mudanças de imediato renasce o proletariado assim intitulado como uma nova classe social que em caráter de urgência se organizaram e propôs realizar manifestações de revolta, chegaram a um nível de destruírem as máquinas nas referidas fabricas, proferindo sabotagens e confiscos. Com o passar do tempo se uniram e criaram associações e sindicatos, e através desses movimentos eles criticavam a sociedade capitalista e viam o socialismo como uma forma de transformação da estrutura social e politica do país.
É bom pontuar que o positivismo ele buscou ofertar uma direção universal para a formação da sociologia propondo estabelecer que a referida devesse principalmente continuar mediante suas pesquisas com o mesmo estado de espirito que dirigia a astronomia como a física exercendo evidentemente suas descobertas. Em virtude da sua grandeza a sociologia deveria em par de igualdades as demais ciências, que tem um papel fundamental de dedicar-se à busca dos fatos constantes e repetitivos da natureza.
É notório que a sociologia positivista discorria que a ordem atual era, evidentemente sem dúvida alguma, a mola mestre para a construção da nova sociedade. Alguns teóricos referem-me Comte diante a sua tese explicava que algumas reformas poderiam ser introduzidas na sociedade, mudanças que seriam comandadas através dos cientistas e industriais. Sendo a sim que o progresso estabeleceria uma consequência suave e gradual da ordem.
Portanto, com o desenvolvimento da ciência ficou evidente que o objetivo da burguesia era que se distanciaria de seu referido projeto de igualdade e fraternidade, sendo que, por meios de um plano politico existia algo menos liberal e uma presença mais conservadora, proporcionava adotar os seus aparatos repressor para assegurar o seu poder. Conclui-se que todo o desenvolvimento da sociologia na metade do século foi gradativamente afetado mediante a eclosão de ambas as guerras mundiais.