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PDF A maior arma contra a vulnerabilidade social é argumentação.
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sexta-feira, 24 de maio de 2019
Leis e Decretos
Específicas do profissional de Serviço Social
- Lei 8662/93 - Profissão do Assistente Social
Publicada no Diário Oficial da União de 08 de junho de 1993, a Lei 8.662/93 dispõe sobre a profissão de Assistente Social, já com a alteração trazida pela Lei nº 12.317, de 26 de agosto de 2010. Para conhecer essa lei na íntegra, clique aqui.
- Lei nº 12.317, de 26 de agosto de 2010
Acrescenta dispositivo à Lei no 8.662, de 7 de junho de 1993, para dispor sobre a duração do trabalho do Assistente Social.
- Diretrizes curriculares para os cursos de Serviço Social
Resolução no. 15, de 13 de Março de 2002 |
Constituição Federal de 1988
CF/1988 Título VIII - Da Ordem Social
CF/1988 Título VIII - Da Ordem Social
Política Nacional do Idoso
Lei nº 8.842, de 4 de janeiro de 1994 e Decreto nº 1.948, de 3 de julho de 1996
Política Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência
Decreto nº 3.298 - de 20 de dezembro de 1999 e Lei nº 7.853, de 24 de outubro de 1989
Sobre a Previdência Social
Emenda Constitucional nº 20, de 15 de dezembro de 1998 e Lei nº 9.720 - de 30 de novembro de 1998
Estágio de Estudantes
Legislação
Confira abaixo as legislações que envolvem o Serviço Social
CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO/A ASSISTENTE SOCIAL - 9ª EDIÇÃO
Texto aprovado em 13/3/1993, com as alterações introduzidas pelas Resoluções CFESS nº290/94, 293/94, 333/96 e 594/11
CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO/A ASSISTENTE SOCIAL - 9ª EDIÇÃO
Texto aprovado em 13/3/1993, com as alterações introduzidas pelas Resoluções CFESS nº290/94, 293/94, 333/96 e 594/11
LEI N.º 8.662, DE 7 DE JUNHO DE 1993
Dispõe sobre a profissão de assistente social, já com a alteração trazida pela Lei N.º 12.317, de 26 de agosto de 2010
Dispõe sobre a profissão de assistente social, já com a alteração trazida pela Lei N.º 12.317, de 26 de agosto de 2010
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LEI Nº 12.317, DE 26 DE AGOSTO DE 2010
Acrescenta dispositivo à Lei no 8.662, de 7 de junho de 1993, para dispor sobre a duração do trabalho do assistente social
LEI Nº 12.317, DE 26 DE AGOSTO DE 2010
Acrescenta dispositivo à Lei no 8.662, de 7 de junho de 1993, para dispor sobre a duração do trabalho do assistente social
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CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL - 1986
Aprovado em 9 de maio de 1986
CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL - 1986
Aprovado em 9 de maio de 1986
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CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL - 1975
Aprovado em 30 de janeiro de 1975
CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL - 1975
Aprovado em 30 de janeiro de 1975
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CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL - 1965
Aprovado em 8 de maio de 1965
CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL - 1965
Aprovado em 8 de maio de 1965
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CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DOS ASSISTENTES SOCIAIS - 1947
Aprovado em Assembléia Geral da Associação Brasileira de Assistentes Sociais, em 29 de setembro de 1947
CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DOS ASSISTENTES SOCIAIS - 1947
Aprovado em Assembléia Geral da Associação Brasileira de Assistentes Sociais, em 29 de setembro de 1947
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RESOLUÇÃO CFESS 273/93, DE 13 DE MARÇO DE 1993
Institui o Código de Ética Profissional e dá outras providências
RESOLUÇÃO CFESS 273/93, DE 13 DE MARÇO DE 1993
Institui o Código de Ética Profissional e dá outras providências
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LEI 8662/1993 (PUBLICADA NO DOU DE 8 DE JUNHO DE 1993)
Dispõe sobre a profissão de assistente social e dá outras providências
LEI 8662/1993 (PUBLICADA NO DOU DE 8 DE JUNHO DE 1993)
Dispõe sobre a profissão de assistente social e dá outras providências
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POLÍTICA NACIONAL DE FISCALIZAÇÃO
Reformula as normas gerais para o exercício da Fiscalização Profissional e atualiza a Política Nacional de Fiscalização
POLÍTICA NACIONAL DE FISCALIZAÇÃO
Reformula as normas gerais para o exercício da Fiscalização Profissional e atualiza a Política Nacional de Fiscalização
quinta-feira, 23 de maio de 2019
MARTINS, CARLOS
BENEDITO, O que é Sociologia. 1 ed. - São Paulo Brasiliense, 2006,(Coleção
primeiros passos).
O referido livro vem pontuar
dados fundamentais de grande importância e pontuando com grande precisão.
Mediante toda a problemática a ser enfrentada nos estudos que a ciência humana
proporciona tratar dessas questões da vida cotidiana de forma sistemática, executando
conceitos e regras metodológicas em prol do desenvolvimento e da realidade
social. Em suma, por ser uma ciência que cuida do dia a dia das relações
sociais, tem forte relevância a promover questões que envolvem desordens,
convergência de interesses entre outras.
Cabe fazer uma analise que a
Sociologia ela procura analisar o homem em comunhão. Nesse aspecto, todas as análises sociológicas
abrangem todas as questões relativas às condições materiais de vidas como
também bloco de valores, e princípios culturais, sendo assim é que surgem as
teias de relação humana na vida coletiva. O autor vem pontuar que a Sociologia
nasceu mediante grandes manifestações do pensamento moderno, de desmembramento
da comunidade feudal os meios da consolidação do processo capitalista.
Como é sabido impulsionado
por duas grandes Revoluções no século XVIII, fica evidente que a Revolução
Francesa e a Industrial, lhe proporcionava um raciocínio moderno vai se
consolidando. Tendo em vista que a comunidade feudal era orientada por meios de
obrigações ditadas da através da Igreja Católica, sendo assim tinha como centro
e explicações de todos os fenômenos, mediante o ritmo da natureza, já que os
indivíduos tinham como meios de sobreviver era a agricultura.
Com o advento da revolução
industrial, vem surgir grandes inovações técnicas, que evidentemente permitiram
o progresso de instrumentos mais eficazes, e tornando o anterior ultrapassado.
A revolução industrial ela modificou todas as relações de atividades, o modo de
pensar as instituições os hábitos e costumes. Todo o trabalho artesanal passou
por um processo de transformação em manufatureira, sendo que o artesão
independente agora é assalariado, esses indivíduos necessitou-se lidar com
novas formas de atividade e de atuação.
Esses seres humanos foram
submetidos a severas horas de trabalhos, e aqueles que residiam nos campos que
saíram para trabalhar nas grandes cidades, mudaram radicalmente seu modo de
vida. Cabe explicar que as modificações nos vínculos de trabalhos tiveram como
consequências a insuficiência, cada vez maiores entre ricos e pobres, como
maus-tratos e injustiças. Diante de
tantas mudanças de imediato renasce o proletariado assim intitulado como uma
nova classe social que em caráter de urgência se organizaram e propôs realizar
manifestações de revolta, chegaram a um nível de destruírem as máquinas nas
referidas fabricas, proferindo sabotagens e confiscos. Com o passar do tempo se
uniram e criaram associações e sindicatos, e através desses movimentos eles
criticavam a sociedade capitalista e viam o socialismo como uma forma de
transformação da estrutura social e politica do país.
É bom pontuar que o
positivismo ele buscou ofertar uma direção universal para a formação da
sociologia propondo estabelecer que a referida devesse principalmente continuar
mediante suas pesquisas com o mesmo estado de espirito que dirigia a astronomia
como a física exercendo evidentemente suas descobertas. Em virtude da sua
grandeza a sociologia deveria em par de igualdades as demais ciências, que tem
um papel fundamental de dedicar-se à busca dos fatos constantes e repetitivos
da natureza.
É notório que a sociologia
positivista discorria que a ordem atual era, evidentemente sem dúvida alguma, a
mola mestre para a construção da nova sociedade. Alguns teóricos referem-me
Comte diante a sua tese explicava que algumas reformas poderiam ser
introduzidas na sociedade, mudanças que seriam comandadas através dos
cientistas e industriais. Sendo a sim que o progresso estabeleceria uma consequência
suave e gradual da ordem.
Portanto, com o
desenvolvimento da ciência ficou evidente que o objetivo da burguesia era que
se distanciaria de seu referido projeto de igualdade e fraternidade, sendo que,
por meios de um plano politico existia algo menos liberal e uma presença mais
conservadora, proporcionava adotar os seus aparatos repressor para assegurar o
seu poder. Conclui-se que todo o desenvolvimento da sociologia na metade do
século foi gradativamente afetado mediante a eclosão de ambas as guerras
mundiais.
terça-feira, 7 de maio de 2019
RIDENTI, Marcelo. Classes Sociais e Representação. 2ª edição. – São Paulo, Cortez, 2001. - (Coleções questões da nossa época; v. 31).
CREDENCIAIS DO AUTOR:
Marcelo Siqueira é professor da Universidade Estadual Paulista (UNESP). Doutorou-se em sociologia na Universidade de São Paulo (USP), onde se formou em Ciências Sociais e em Direito. Coordenou, de 1989 a 1993, o grupo de trabalho “Partidos e Movimentos de Esquerda” da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Ciências Sociais. Publicou os livros Política para quê? Atuação partidária no Brasil contemporâneo (Atual,1992), e O fantasma da revolução brasileira (Ed. UNESP/FAPESP,1993), além de artigos em periódicos acadêmicos, tais como Ciências Sociais Hoje, da ANPOCS; Tempo Social, revista de Sociologia da USP; Perspectivas, revista de Ciências Sociais da UNESP, dentre outros.
RESUMO:
O presente livro de Marcelo Siqueira Ridenti, retrata didaticamente diante de suas atribuições numa corrente teórica as classes sociais e de sua representação. Observando de fato como elas se representam social politicamente, buscando entender a sua identidade. Mediante todo sofrimento desses indivíduos observa-se como está a formação e produção de valores em uma sociedade massacrada pelo sistema perverso.
PARECER CRÍTICO DA OBRA:
É um livro que devemos ler em diversos momentos de nossa
prática educativa. Mediante o disposto apresentado é de grande relevância,
sendo que aborda com prioridade que as classes sociais, nos dias atuais estão
bastante atuantes e liberadas, estando de fato em constante relação e
em construção. É bom ressaltar que elas não foram inseridos no meio como
estrutura econômica do referido sistema, é constituída através das lutas
de classes, tendo como foco as condições objetivas do trabalho capitalista.
Estas conquistas não foram oferecidas pela estrutura, foi
conquistada e ao mesmo tempo dividida e por que não ressaltar fracionada. È que a concorrência no mercado
leva o fracionamento,
proporcionado um grupo de classes mais frágil, isso pode ocorrer o
enfraquecimento e chegando a prejudicar a identidade de lutas e movimentos
sociais.
É impressionante como o Sistema Capitalista
consegue se metamorfosear de maneira tão sórdida e mesquinha deixando seu rastro de sangue,
afastando as pessoas, destruindo laços de solidariedade e fraternidade, e que a
cada dia vem tirando das pessoas o sentido de viver em sociedade. Porém os
Movimentos Sociais vem perdendo força com o passar do tempo, o egoísmo, o
consumismo desenfreado, a concorrência, a alienação imposta pelo mercado vem
impedindo que as pessoas se unam para lutar e reivindicar o bem em comum.
A obra é de grande importância para a vida acadêmica e profissional tendo em vista
dos argumentos mencionados, o profissional da área de serviço social
proporcionará metas e criar objetivos para mudar o senário social. Por todo
esse processo transformativo e didático é de grande utilidade para
aprimorar no dia a dia como profissional da área de Serviço Social.
GUERRA, Yolanda. A instrumentalidade do serviço social/ Yolanda Guerra. - 2.ed. Revista - São Paulo : Cortez, 1999.
RESUMO
A obra da autora Yolanda Guerra, acompanhada por diversos outros autores, como Kant, Marx, Oliveira, Lukács, e outros. A obra é de grande importância para os leitores, acadêmicos e profissionais do Serviço Social, levando nos lembrar a instrumentalidade na contemporaneidade como mero instrumento para ser aplicado dentro do âmbito profissional, dividida em duas partes com títulos e subtítulos, na primeira parte relata sobre a Razão e Modernidade, já a segunda parte é colocada a Racionalidade do Capitalismo e Serviço Social. Na primeira parte a autora fala, a história da razão moderna na concepção de homem enquanto ser social auto criador portador de racionalidade e teleologia. Na segunda a autora deixa claro que o homem constitui-se num ser prático – social que se realiza pelo trabalho.
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